Viana recebeu os símbolos da Jornada Mundial da Juventude

A Diocese de Viana do Castelo recebeu no dia 29 de dezembro, os símbolos da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), a cruz peregrina e o ícone de Nossa Senhora Salus Populi Romani, chegando numa fragata das Forças Armadas. 

Os símbolos foram recebidos por centenas de pessoas. Assim que a fragata parou e o cortejo fluvial terminou, seguiram para o Centro Cultural de Viana do Castelo. 

A cerimónia de receção dos símbolos, contou a participação de três bispos, Rui Valério, das Forças Armadas, D. João Lavrador, de Viana do Castelo e D. Américo Aguiar, Auxiliar de Lisboa e presidente da Fundação JMJ Lisboa 2023. 

D. João Lavrador referiu que este evento é “único no nosso país. Termos jovens de todo o mundo que vêm fazer uma experiência que, à partida, sendo à volta do Papa e eclesial, é profunda para construirmos a paz”.

O Bispo da Diocese adianta que “a Igreja tem que abrir as portas aos jovens. Eles têm o seu lugar, mas também têm que perceber que precisam da Igreja. Eles estão a amadurecer e a convivência com os outros também os ajuda a crescer. A juventude deve estar integrada na comunidade. Todos nós ficamos mais ricos porque usufruímos dos dons e dos bens que cada um tem na partilha mútua”.

“Não há outro acontecimento que possa marcar mais o ritmo para uma sociedade que se quer a viver a paz, alicerçada nos valores universais de toda a Humanidade”, afirma o Bispo de Viana do Castelo.

Para D. João Lavrador, a receção e acolhimento dos símbolos, que foram trasladados em embarcações dos pescadores “foi fenomenal. Mas os pescadores são mesmo assim. Começa por um e depois todos querem estar presentes. Eram para ser dois ou três barcos e foram seis. . O gesto e tudo o que estes homens fazem por nós, com a sua fé, audácia e o estímulo que eles dão, de enfrentar o mar todos os dias, é de louvar”.

O bispo das Forças Armadas, Rui Valério, destacou a palavra do Papa Francisco, fraternidade que “perante os símbolos, Cristo e tudo o que simboliza Deus, todos nós nos sentimos irmãos”. 

A cerimónia terminou ao som do hino oficial, “Há Pressa no Ar”, onde os jovens cantavam e recriavam a dança oficial.  

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