Salve, doutor! Por gratidão lhe digo
o que em louvor me fica bem dizer:
um, entre mais, o vejo qual amigo
sempre a meu lado, em horas de sofrer!
A encorajar-me, com nobreza d´alma,
fertilizando meu torrão sem água
e à tempestade opondo sempre a calma,
refez-me a vida amortecida em mágoa!
Nuvens sombrias soube dissipar…!
astro sem luz, me repôs a brilhar,
na cela atroz da minha escuridão…!
Dizer-lhe quero, pois, “muito obrigado!”
em verso simples por si inspirado: –
Salve, doutor, por me ter dado a mão!!!
Do seu livro “VOOS SEM ASAS”