Empresa de Viana do Castelo produziu quatro lanchas para a GNR

O ministro da Administração Interna, José Luís Carneiro, esteve em Viana do Castelo para a cerimónia de apresentação pública e bênção das quatro Coast Patrol Boats (CPB), um investimento de cerca de três milhões de euros. As embarcações, fabricadas numa empresa de construção e reparação naval de Viana do Castelo – a Navallethes – servirão para apoio ao patrulhamento de toda a costa portuguesa, a cargo da GNR.

A aquisição das quatro embarcações, feita ao abrigo do Fundo para a Segurança Interna (FSI) que suportou 1.9 milhões de euros do investimento total, será agora determinante para a ação de fiscalização da GNR de toda a costa, sendo que ficarão alocadas a Matosinhos, Lisboa, Algarve e Açores.

As lanchas têm 12,95 metros de comprimento, uma velocidade máxima de 48 nós e têm uma câmara de visão noturna com infravermelhos com capacidade para detetar uma embarcação a 10 quilómetros de distância, sendo que o ministro revelou que serão fundamentais para o combate ao narcotráfico, crimes ambientais e imigração ilegal, numa altura em que está a ser reformulada a segurança interna, sendo que irão também permitir o cumprimento dos compromissos existentes com o Espaço Schengen e com a União Europeia.

O autarca de Viana do Castelo reiterou, em declarações aos jornalistas, a importância do dia para o concelho, com reconhecido conhecimento na área da construção naval, nomeadamente da empresa que fabricou as quatro lanchas hoje entregues à GNR, lembrando ainda a aposta que tem sido feita na economia do mar e na Agenda do Mar 2023, cujo plano de ação está a ser implementado.

De sublinhar que a empresa Navallethes, com estaleiro na Praia Norte, é um dos principais fornecedores da Marinha Portuguesa, Brigada Fiscal da GNR e Política Marítima. “A experiência de mais de vinte anos na construção naval e o saber e capacidade técnica na construção e reparação naval contribuem para a qualidade ímpar das embarcações de metal, pneumáticas e incomparavelmente das semirrígidas”, pode ler-se no site da empresa.

Fundado a 15 de dezembro de 1855, tem como objetivo principal a defesa intransigente dos interesses e das reivindicações legítimas das populações, e do progresso económico, cultural e social da região onde se publica.

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