Valença apresenta Plano de Desenvolvimento Agrário

Valença acolheu, no edifício da Antiga Alfândega, a apresentação oficial do Plano de Desenvolvimento Agrário (PDAV), um projeto estratégico para o reforço da economia rural do concelho. O evento contou com a presença do ministro da Agricultura, José Manuel Fernandes, do presidente da Câmara Municipal de Valença, José Manuel Carpinteira, e do Presidente da Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP), Álvaro Mendonça e Moura.

Durante a cerimónia, foi assinado um protocolo para a dinamização dos baldios não apenas em Valença, mas também em outros municípios do norte do país, reforçando a cooperação entre entidades públicas e privadas.

O ministro da Agricultura, José Manuel Fernandes, sublinhou a importância da iniciativa: “Queremos uma floresta e um mundo rural que gerem riqueza, valorizem os territórios e promovam a sustentabilidade.”

Por sua vez, o presidente da Câmara Municipal de Valença, José Manuel Carpinteira, destacou o impacto do projeto: “Estes dois programas representam um desafio estratégico para Valença, com potencial para impulsionar a economia rural e criar novas oportunidades.”

A sessão foi aberta pela vice-presidente da Câmara, Ana Paula Xavier, que enfatizou o papel do PDAV e da gestão dos baldios no desenvolvimento agrário do concelho.

A equipa técnica da RURIS apresentou as linhas orientadoras do PDAV, incluindo o cronograma de intervenções e as áreas de atuação prioritárias. O plano, com horizonte temporal até 2030, prevê um investimento significativo em diversas vertentes do setor agrícola e florestal.

Protocolos de Dinamização dos Baldios

No âmbito da iniciativa, foram formalizados acordos entre a CAP e entidades como a Valminho Florestal, a Aflodounorte e a CoopBarroso (Cooperativa de Montalegre). Em Valença, os baldios abrangidos incluem as freguesias de Ganfei, Gondomil, Sanfins, Cerdal, São Pedro da Torre, Gandra e Taião, sob gestão da Valminho Florestal.

Este projeto reforça o compromisso de valorização do território rural, promovendo a gestão sustentável dos recursos e o desenvolvimento económico local.

Fundado a 15 de dezembro de 1855, tem como objetivo principal a defesa intransigente dos interesses e das reivindicações legítimas das populações, e do progresso económico, cultural e social da região onde se publica.

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