Valença define estratégia integrada para centro urbano

O futuro do centro urbano de Valença esteve em destaque na mais recente reunião do Conselho Consultivo Estratégico para o Desenvolvimento de Valença (CCEDV).

Dezassete conselheiros e dois especialistas convidados de instituições de referência participaram num debate centrado na elaboração de um “masterplan” estruturante, que servirá de base ao Plano Estratégico do Centro Urbano de Valença.

Sob o mote “Valença Cidade Sem Fronteiras – Desenvolvimento Policêntrico: Promover a Competitividade e Potenciar a Coesão”, este encontro marcou um passo decisivo na construção de uma visão estratégica integrada, que reforce a centralidade urbana de Valença, respeitando os seus equilíbrios sociais, ambientais e económicos.

O documento em análise propõe uma abordagem coerente e sustentada de requalificação e desenvolvimento urbano, com impacto nas infraestruturas, edifícios, equipamentos, espaços verdes e dinâmicas de mobilidade, articulando ainda a criação de novas centralidades urbanas e zonas de expansão. O objetivo é afirmar Valença como uma cidade moderna, coesa e atrativa, consolidando a identidade e os valores da marca “VALENÇA – Viver Sem Fronteiras”.

Na abertura dos trabalhos, o Presidente da Câmara Municipal de Valença e Presidente do CCEDV, José Manuel Carpinteira, sublinhou “a importância de envolver a comunidade e os diversos setores estratégicos na construção de uma visão partilhada para o futuro da cidade, promovendo a participação, a inovação e a sustentabilidade como pilares do desenvolvimento local”.

Durante a sessão foi também apresentado o programa preliminar para a reabilitação do edifício do antigo Colégio Português, um dos espaços mais emblemáticos do tecido urbano de Valença. A proposta prevê a sua transformação num pólo de dinamização social, cultural e educativa, acolhendo serviços partilhados do município, o Fórum Intercultural de Valença e uma Academia Maker, entre outros projetos inovadores.

O CCEDV assume-se como um espaço de reflexão estratégica e participação cívica, sendo um órgão consultivo que apoia o Executivo Municipal na definição de políticas de desenvolvimento econômico, territorial e social para um concelho com ambição, coesão e visão de futuro.

Fundado a 15 de dezembro de 1855, tem como objetivo principal a defesa intransigente dos interesses e das reivindicações legítimas das populações, e do progresso económico, cultural e social da região onde se publica.

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