Valença – Homem detido em flagrante pelo crime de incêndio florestal

O Comando Territorial de Viana do Castelo da GNR, através do Núcleo de Investigação Criminal (NIC) do Destacamento Territorial de Valença, deteve no último sábado, dia 30, em flagrante um homem de 52 anos pelo crime de incêndio florestal, no concelho de Valença.

Conforme informou fonte da GNR, na sequência do alerta de cinco focos de incêndio no concelho de Valença, que surgiram rapidamente entre as 13h07 e as 14h11, os militares da Guarda mobilizaram-se de imediato para o local e desencadearam ações de vigilância. No seguimento das diligências policiais, o suspeito foi detetado em flagrante pelos militares da Guarda a atear fogo através de chama direta, com recurso a um isqueiro.

No seguimento da ação o homem foi detido e o isqueiro foi apreendido.

O detido encontra-se em cela e será presente hoje dia 1 de setembro, a primeiro interrogatório no Tribunal Judicial de Valença.

A ação contou ainda com o reforço das patrulhas dos Postos Territoriais de Valença e Vila Nova de Cerveira.

A Guarda Nacional Republicana mantém-se vigilante na prevenção e combate aos incêndios rurais, contribuindo ativamente para a responsabilização criminal dos seus autores e para a proteção de pessoas, bens e do património natural.

A proteção de pessoas e bens, no âmbito dos incêndios rurais continua a assumir-se como uma das prioridades da GNR, sustentada numa atuação preventiva e num esforço de patrulhamento nas áreas florestais.

A GNR relembra ainda que as queimas e queimadas são das principais causas de incêndios em Portugal, a realização de queimadas, de queima de amontoados e de fogueiras é interdita sempre que se verifique um nível de perigo de incêndio rural «muito elevado» ou «máximo», estando dependente de autorização ou de comunicação prévia noutros períodos; e para evitar acidentes siga as regras de segurança, esteja sempre acompanhado e leve consigo o telemóvel.

Fundado a 15 de dezembro de 1855, tem como objetivo principal a defesa intransigente dos interesses e das reivindicações legítimas das populações, e do progresso económico, cultural e social da região onde se publica.

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