ASAE e Vinhos Verdes controlam autenticidade das uvas durante vindimas

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) e a Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes (CVRVV) estão, desde o arranque das vindimas, a controlar a autenticidade e qualidade das uvas.

Estas operações de controlo de colheitas de uvas e do seu transporte para as adegas são realizadas durante todo o ano, mas na altura das vindimas são feitas diariamente, contou à Lusa o inspetor-chefe da ASAE, Luís Lourenço.

“O objetivo é garantirmos que há autenticidade do vinho português, do vinho das regiões e que o consumidor tem o melhor produto quando o consome”, disse, na sequência de uma operação realizada esta terça-feirana região dos Vinhos Verdes, nomeadamente em Amarante, no distrito do Porto.

Luís Lourenço referiu que a operação desta terça-feira decorreu na região dos Vinhos Verdes, mas até ao final das vindimas vai abranger todas as regiões.

A operação desta terça-feira, que envolveu cerca de 15 inspetores, visou a fiscalização de todo o circuito de comercialização, desde a colheita das uvas, ao seu transporte e entrada nas adegas, frisou.

Nesta, até ao momento, não foi detetada nenhuma situação anómala, revelou.

O inspetor-chefe da ASAE salientou que a fiscalização é feita em toda a fase da cadeia, nomeadamente na parte do retalho para garantir que o vinho português continua a ter a sua autenticidade e qualidade que sempre teve.

Os operadores fiscalizados não são avisados das operações, sendo sempre apanhados de surpresa, destacou.

Por seu lado, a presidente da CVRVV, Dora Simões, explicou que a vindima na região dos Vinhos Verdes ainda não está no seu pico, mas apesar disso já estão no terreno a verificar a vinda das uvas para as adegas.

As equipas da CVRVV dividem-se entre as adegas e as vinhas para atestar que as uvas que entram naquelas têm aquela procedência.

“Isto para quê? Para garantirmos a rastreabilidade, para garantirmos que aquilo que está a ser entregue no centro de vinificação [adega] é, de facto, daquela vinha que está inscrita nos papéis como a origem da uva e que vai estar inscrita nas declarações de colete e produção”, frisou.

Fundado a 15 de dezembro de 1855, tem como objetivo principal a defesa intransigente dos interesses e das reivindicações legítimas das populações, e do progresso económico, cultural e social da região onde se publica.

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