A equipa do CHEGA de Viana do Castelo esteve presente na freguesia de Nogueira, onde visitou o terreno destinado à construção do futuro abrigo da Associação Zeus e os Deuses dos Bigodes. Um espaço que, após obras de limpeza e adaptação, poderá transformar-se num verdadeiro refúgio para dezenas de animais abandonados, garantindo-lhes melhores condições de vida e uma oportunidade de futuro.
Esta associação, que já é reconhecida pelo seu trabalho incansável, atua diariamente com base em duas palavras: dedicação e amor. Não é por acaso que se apresentam com uma frase que traduz todo o seu espírito:
“Metade do nosso trabalho é feito com amor. A outra metade é feita por amor.”
No entanto, aquilo que deveria ser um motivo de orgulho para o concelho é, infelizmente, também um sinal de alerta. Os responsáveis da Associação abordaram a falta de reconhecimento, falta de apoio institucional e falta de empatia por parte de algumas entidades públicas, que em vez de ajudar, fecham portas e criam obstáculos. Soube-se mesmo que, em determinados momentos, a associação, que vive do esforço diário dos poucos voluntários que tem e de pequenas angariações, feitas sobretudo em feiras e através de artesanato, lhes foi negada a possibilidade de angariar fundos porque lhes disseram que “os produtos não tinham qualidade”. Este tipo de atitude é, para nós, inaceitável.
Na visita, Eduardo Teixeira, candidato do CHEGA à Câmara Municipal de Viana do Castelo, deixou uma mensagem clara:
“Estaremos sempre do lado de quem faz bem, de quem cuida e de quem protege. Não é só uma questão de política, é uma questão de humanidade. Vocês dedicam o vosso tempo, o vosso esforço e muitas vezes os seus próprios recursos para salvar vidas que não têm voz. O mínimo que a sociedade pode fazer é reconhecer e apoiar este trabalho. Eu comprometo-me a estar ao lado destas associações, a dar-lhes visibilidade e a lutar para que tenham condições reais para continuar a fazer o bem. Contem connosco.”
É urgente reconhecer, valorizar e ajudar estas pessoas e instituições, porque o trabalho que fazem é de todos nós.
