Passeio equestre a Santa Luzia

No passado sábado, a Serra de Santa Luzia demonstrou o seu potencial como destino equestre com a realização do Passeio a Cavalo de Santa Luzia, uma iniciativa promovida pela Associação de Criadores de Garranos e Barrosã de Santa Luzia (ACGBSL), com o apoio do Município de Viana do Castelo e da Junta de Freguesia de Outeiro.

56 cavaleiros e 105 participantes celebraram as tradições equestres e o garrano, símbolo do património natural e cultural do Alto Minho, num evento que uniu cultura, paisagem e comunidade.

Mais do que um encontro de lazer, o evento afirmou-se como um gesto de identidade e pertença, refletindo a ligação ancestral entre o homem, o cavalo e a montanha. O percurso, com início no centro da freguesia de Outeiro, atravessou locais emblemáticos do planalto da Serra de Santa Luzia, com paragem na Fonte Louça, até à Capela de São Mamede, na freguesia de Areosa, onde os participantes foram recebidos com um almoço tradicional, em ambiente de partilha e convívio.

Promovendo o contacto direto com a natureza e a biodiversidade da Serra de Santa Luzia, o passeio proporcionou também momentos de descoberta e valorização do território.

“O Passeio Equestre de Santa Luzia é muito mais do que um evento recreativo. É uma forma de manter viva a relação ancestral entre o garrano, as gentes e a serra, reforçando o orgulho nas nossas tradições e o compromisso com a preservação do património natural e cultural deste território”, destacou a direção da Associação de Criadores de Garranos e Barrosã de Santa Luzia.

Com o apoio do Município de Viana do Castelo e da Junta de Freguesia de Outeiro, esta edição, que contou com forte adesão dos alunos da Viana Equestre – Associação Hípica de Viana do Castelo, reforçou a importância de unir esforços para a proteção, valorização e divulgação da raça garrana, raça autóctone protegida e elemento fundamental do ecossistema serrano.

Integrando-se numa estratégia mais ampla de promoção do turismo equestre e de natureza, o Passeio Equestre de Santa Luzia reafirma a serra como um território de excelência ambiental e cultural, onde o garrano continua a ser símbolo de liberdade, resiliência e identidade minhota.

Fundado a 15 de dezembro de 1855, tem como objetivo principal a defesa intransigente dos interesses e das reivindicações legítimas das populações, e do progresso económico, cultural e social da região onde se publica.

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