Dialeto de Riba de Mouro (Monção) “entra” na inteligência artificial

Phileppe Locquet apresenta o Ribamourês ao mundo, no Congresso Anual da Associação de Tradutores da América (ATA), em Boston.

A forma como se fala em Riba de Mouro tem um valor incalculável. Com um dialeto próprio, rico em expressões orais, com sonoridade peculiar, demonstram a ancestralidade de um povo orgulhoso nas suas raízes. Dos mais velhos aos mais novos, todos defendem que “num hai cousa igual”.

Tanto que, em 2022, Maria Alves e Alda Barreiros, filhas da terra, lançaram o livro “Os de Lá de Riba – Os saberes e o linguajar de um povo”. O sucesso não passou despercebido a ninguém, tendo, no ano seguinte, conhecido a segunda edição.

Nesta publicação, reproduzem-se narrativas de tradições, profissões do passado, artes e modos de fazer, gastronomia, costumes, o imaginário simbólico e as mezinhas. Em conjunto com a preservação de um dialeto próprio, a publicação enriquece a tradição oral de Portugal.

Esta sexta-feira, 24 de outubro, o ribamourês dá mais um passo no caminho da universalidade. Em fase de introdução na Inteligência Artificial, o trabalho de pesquisa e aperfeiçoamento, desenvolvido por Philippe Locquetvai ser apresentado no congresso anual da Associação de Tradutores da América (ATA), em Boston.

Philippe Locquet é o responsável mundial do programa académico da Wordfast, ajudando milhares de estudantes a usar ferramentas profissionais gratuitas no decurso do seu processo de aprendizagem. Com mais de uma década de experiência na gestão de recursos técnicos para profissionais da tradução, Philippe Locquet incorporou técnicas inovadoras com base na inteligência artificial.

Fundado a 15 de dezembro de 1855, tem como objetivo principal a defesa intransigente dos interesses e das reivindicações legítimas das populações, e do progresso económico, cultural e social da região onde se publica.

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