Dia Internacional das Pessoas com Deficiência evocado em Coura com a peça ‘Mãos minhas’

A 3 de dezembro comemora-se o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência. Associando-se a esta efeméride promovida pela Organização das Nações Unidas, o Centro Cultural de Paredes de Coura e o Município não podiam deixar de chamar à atenção para a inclusão e a diferença, convidando a companhia Terra Amarela que nos traz a peça ‘Mãos minhas’, um espetáculo em Língua Gestual Portuguesa e que é levado à cena esta sexta-feira, 28 de novembro, pelas 21h30.

‘Mãos minhas’ parte de um roubo perpetrado num museu, onde desaparece a obra de arte mais importante da civilização ocidental. Quando as luzes de um museu se apagam no final do dia, tudo pode acontecer. Até mesmo desaparecer a obra de arte mais importante. Para resolver este caso vai ser preciso encontrar os detetives certos que ponham mãos à obra. Pode uma obra de arte contar-nos a história de uma Língua? Pode uma Língua contar a história de um Museu?

É desta prática artística inclusiva que nasce ‘Mãos minhas’, numa coprodução do Teatro-Cine Pombal, Teatro Municipal de Torres Vedras, A Oficina, Teatro Diogo Bernardes, Cineteatro Louletano e Centro de Artes de Ovar para um texto de Alex Cassal e que tem no elenco e interpretação Marta Sales, Patrícia Carmo e Tony Weaver.

Curso de língua gestual portuguesa e formação em vídeo arte

Num outro âmbito, e para além da apresentação da peça ‘Mãos minhas’, a companhia Terra Amarela vai estar em Paredes de Coura de hoje até sexta-feira com um conjunto de atividades, como o curso de língua gestual portuguesa e formação em vídeo arte.  

A Terra Amarela é um dos projetos mais relevantes no panorama artístico português a trabalhar as acessibilidades e inclusão. Não é apenas uma estrutura de criação artística. É um espaço de transformação, de oportunidade, de transgressão. É um espaço coletivo que pretende mudar a relação das pessoas e dos territórios a partir do encontro com a criação artística.

A Terra Amarela é uma estrutura fundada em abril de 2018, com direção artística do ator e encenador Marco Paiva. Da fundação da Terra Amarela fazem ainda parte um conjunto de artistas provenientes de diversas linguagens criativas, bem como outros profissionais ligados às práticas artísticas, culturais e sociais.

Fundado a 15 de dezembro de 1855, tem como objetivo principal a defesa intransigente dos interesses e das reivindicações legítimas das populações, e do progresso económico, cultural e social da região onde se publica.

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