No início dos idos anos 60, andava eu e um amigo a passear nas ruas de Paris, quando de repente fomos interpelados por um português que, à primeira reação, julgamos ser mais um emigrante desorientado. Bem nos enganamos. Tratava-se, sim, de um emigrante turista que, vindo da Venezuela, gozava dos seus rendimentos na Cidade Luz. A língua naquela Babel, ainda …
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