A Enercon terminou, dia 24, a laboração e encerrou a fábrica de geradores em Lanheses, Viana do Castelo, e “mais de metade dos 68 trabalhadores despedidos já foram absorvidos por empresas da região”, informou fonte sindical.
Contactado pela Lusa, o dirigente em Viana do Castelo do Sindicato das Indústrias Transformadoras, Energia e Atividades do Ambiente do Norte (SITE-Norte), Augusto Silva adiantou que os trabalhadores receberam as “rescisões por motivos operacionais”, uma vez que a fábrica de Lanheses fechou por alteração da sua linha de produtos e, o grupo alemão, “durante a negociação do despedimento coletivo, melhorou o que está contratualizado e, que lei é obriga”.
“Conseguiu-se ir mais além dos mínimos que a lei obriga. O prémio atribuído pela conclusão, até dia 24, das encomendas que estavam pendentes,foi igual para todos. Conseguiu-se que não houvesse discriminação em função dos anos de serviço”, revelou Augusto Silva.
O dirigente sindical acrescentou que “a maioria dos trabalhadores, se não a totalidade, já tem, ou contratos assinados, ou promessas de emprego”.
L.
