Júlio Machado de Vaz vai estar este sábado em Caminha

“Um livro, uma conversa e às vezes um filme” vai apresentar o livro “Outonecer”, a mais recente obra de Júlio Machado de Vaz, no dia 16 de maio, pelas 18h, na Biblioteca Municipal de Caminha.  A sessão conta com a apresentação de Inês Meneses e Manuel Sobrinho Simões. A entrada é gratuita.

Júlio Machado Vaz dispensa apresentações. É uma figura pública conhecida do público em geral e, dos caminhenses em particular. Não é a primeira vez, que o concelho de Caminha o recebe, como psiquiatra e autor.

Com uma longa carreira, Júlio Machado Vaz destacou-se na área da psiquiatria e sexologia; foi uma presença regular em programas de rádio e televisão, abordando temas como relações, emoções e comportamento humano e tornou-se um autor reconhecido, com várias obras dedicadas ao amor, à vida e à condição humana.

 “Outonecer”, o mais recente título de Júlio Machado Vaz. É um livro de cariz confessional, poético. É um hino à vida e um lembrete de que o outono chega depressa e é urgente viver todas as estações.

Depois do sucesso de “O Amor É” e “À Escuta dos Amantes”, aos 75 anos, o médico psiquiatra e professor universitário que tantas vezes ouvimos falar sobre amor, vira agora o olhar para dentro.

“Outonecer”, escrito com a mestria de quem viveu muito e pensou ainda mais, parte do envelhecimento — e do medo que este traz — para se tornar uma afirmação da alegria de ainda se estar vivo.

Mais do que uma reflexão sobre o envelhecer, “Outonecer” é um exercício de lucidez, um gesto de partilha e um lembrete de que o tempo corre — e de que é urgente viver.

Na sinopse pode ler-se: “Escrito em tom confessional, “Outonecer” é poesia e lucidez, introspeção e partilha. Neste novo livro, o médico psiquiatra Júlio Machado Vaz, que nos habituámos a ouvir falar de amor, brinda os leitores com uma reflexão que parte do envelhecimento e do medo que este provoca («Sei que se aproxima, passo a passo; sei que não há fuga possível; sei que um dia me tomará nos braços para um volteio sem regresso»), mas se transforma num hino a todas as estações do ano («Sei que não sou eterno. Mas hoje ainda estou vivo, lúcido e capaz de amar»).

Entre o passado, o presente e o futuro, Júlio Machado Vaz partilha as memórias dos que já não estão, o amor pelos filhos e os netos, os animais que também são família («a minha vida teria sido tão mais triste sem eles e o seu afeto»), a amizade, as viagens e a música (e também o medo dos diagnósticos médicos…), sem esquecer a atualidade política, o estado do mundo, a sexualidade e até a inteligência artificial.

E, apesar da «precariedade» que envelhecer traz, «as boas recordações fazem fila: a primeira canção dos Beatles, o primeiro beijo, o Douro, o desejo do país mais justo exigido por Sophia».

Neste “Outonecer”, que nos convida a olhar para dentro, é o amor, nas suas mais diversas formas, que vence o medo, como um lembrete de que o Outono chega depressa e é urgente viver todas as estações”.

A organização é do Município de Caminha, em parceria com os Amigos da Rede das Bibliotecas de Caminha.

Licenciada em Comunicação Social pela Universidade do Minho, possui mais de 20 anos de experiência na área do jornalismo.

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