De vez em quando, devemos suspender o ritmo apressado da vida para pensar. Para pensar no caminho que já percorremos, no caminho que estamos a percorrer, no caminho que nos falta percorrer. Devemos abrir a janela da nossa mente, observar a carícia do vento na copa das árvores, o voo cruzado das libelinhas no espaço, o guloso beijo das abelhas …
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