Portugal está a sofrer uma onda de calor severa, e o Alto Minho não é excessão à regra.
O distrito vianense será fustigado por uma onda de calor severa, o que se repercute em temperaturas acima da média.
A Direção Geral de Saúde (DGS) já lançou o alerta laranja que entra em vigor a partir do dia 3 deste mês, e lança um guia de cuidados a ter pelos cidadãos.
Apesar do distrito já estar em alerta amarelo, o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) adianta que as temperaturas vão estar acima dos 35º.
A ministra da Saúde, Ana Paula Martins, já admitiu que a situação “é preocupante”, e que pode ter impacto na mortalidade à semelhança de outros países europeus, aconselhando os portugueses a tomarem medidas de precaução. Nas suas palavras em declaração aos jornalistas,”quando existem ondas de calor com esta magnitude, naturalmente que o nosso indicador, o Ícaro [sistema do INSA que avalia o impacto das altas temperaturas na mortalidade em Portugal], que mede a relação entre o aumento significativo de temperatura e o impacto potencial na mortalidade, obviamente que acusa aqui a possibilidade de um impacto na mortalidade”.
Neste sentido, a DGS lançou, recentemente, um guia de medidas que procuram auxiliar os trabalhadores com o calor extremo em ambientes exteriores e interiores, aconselhando-os a “limitar o tempo de exposição a temperaturas elevadas e/ou aumentar o tempo de recuperação numa zona fresca”, a “aumentar a ingestão de água a cada 15 minutos”, bem como “fomentar as empresas a disponibilizar formações a trabalhadores e supervisores para reconhecer precocemente os sinais de desidratação, exaustão pelo calor e outras complicações de saúde”.
