Vista panorâmica na Amorosa

Eis uma imagem que vale por mil palavras. Quem diria do bem proceder por parte da Edilidade camarária para que um grande espaço existisse de modo a proporcionar a quem nos visita uma saudável estadia bucólica?

Na área balnear da Amorosa, é necessário um amplo espaço para que os veraneantes possam desfrutar da panorâmica à beira mar Atlântico, em todo seu esplendor.

Esta imagem mostra toda a grandeza, a fazer lembrar a canção Aquela Janela Virada Pró Mar, de Tristão da Silva.

Espaços ao longo da nossa orla existem, basta toda a vontade das instituições públicas, marítimas e camarárias para se inclinarem com convicção ao bem fundado da ideia e concretizarem a obra. Por causa, questiona-se a razão da existência do grande palco inútil, sobre a duna mais a norte do bar das tendas da praia. Ora, se esse palco estivesse instalado ao longo da orla à beira mar e, sobretudo, com proteção das nortadas, que diriam os veraneantes ao valor dessa felicidade?  

Por outra, também seria de bom senso que um vereador na Câmara realizasse um projeto com três ou quatro contraventos no areal da praia, no sentido de proteger os cidadãos das rajadas do vento norte e, claro, desmontáveis após o verão.

Um mundo de gente de todos os horizontes acorre anualmente na época balnear à airosa estância de Chafé-Amorosa, situada a pouca distância para sul da capital do Alto Minho. Porém, é criticável a atitude da edilidade vianense por sempre promover em favor da Cidade e nunca das freguesias e, sobretudo, de Chafé. 

Sabe-se que milhões de euros são utilizados na cidade em situações que em nada beneficiam o bem-estar dos cidadãos do Concelho. Ora, houvesse alguém de direito que refletisse correto na carência das freguesias, claro que todo o mundo seria reconhecido da boa ação e, assim, a gente da nossa região agradecia. 

Como é possível haver na câmara municipal um número incalculável de estudiosos, e nenhum sobressaiu até hoje com projetos sensatos e adequados aos bons cenários ambientais favorecendo as freguesias?

No entanto, as dunas da Amorosa encontram-se a caminho da maior degradação ambiental de todos os tempos. Acontece que, a norte da urbanização, junto ao palco inútil, a erosão já vai a meio caminho de chegar aos edifícios. Enquanto que, dos contados 15 acessos à praia que existiam no passado, hoje, “apenas TRÊS e …meio”, se encontram viáveis. Ultimamente, o “meio acesso” foi melhorado com um tapete muitíssimo curto, estendido no areal. Tudo é questionável, ou não?  

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