Há alturas, na minha existência, sem motivo aparente, que toca à saudade. Mas que saudade?… Saudade de rapaz, saudade de criança. Na minha aldeia habitei, por lá, os longínquos tempos da década de trinta/quarenta do século passado.Vivia uma adolescência feliz, embora com dificuldades de vária ordem, a faltar a televisão, a electricidade, o frigorífico, o telefone, o abastecimento público de …
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