Afife por Afife (II)
Já em tempos publiquei aqui na A AURORA DO LIMA, 01 de agosto de 1984, um texto com este título AFIFE POR SER AFIFE. Tendo por motivo a falta de um critério que respeitasse Afife no que tocava à ocupação urbanística. Mais em particular na berma Nascente da EN13. Volto a fazê-lo, invocando a paixão que tenho por Afife, “doença” …
Sons efémeros… Conceitos do momento…
O mês de Agosto aparece, sempre, como é natural, no calendário da vida. Deve-se sair de casa e rir, rir muito. Faz bem! Cantar a plenos pulmões, tudo em harmonia com as tocatas, ao som dos musicais de acordeão e concertina. Correr… Saltar… Voltar a rir, enquanto no ar estoiram foguetes. Descontrair. Descansar o espírito. Observar o belo do Alto …
“Nova residência académica em Viana do Castelo vai criar 400 camas”
Escolhemos, desta vez, duas notícias para refletir. A primeira, mais pessimista, permite associar a crise da habitação em Portugal a potenciais crises de formação dos portugueses, condicionando o desenvolvimento do país. Aqui misturam-se o interesse público e privado, a ser tratados de forma diferente. A habitação para as famílias é do foro público como imperativo constitucional, das funções sociais do …
Breve reflexão sobre o livro “Luís Gonzaga Sem Máscara”
Tudo passa, só o pensamento fica quando o transformamos em palavras e estas se transformam num legado que deixamos aos vindouros. Por isso, vale a pena deixar um testemunho através de um livro. Segundo o Padre António Vieira, “um livro é um mudo que fala, um surdo que responde, um cego que guia, um morto que vive”. No dia 21 …
Casamentos por conveniência
Muito recentemente, as televisões e a imprensa em geral deram grande destaque ao facto de uma Força da ordem ter descoberto uma rede que se dedicava a facilitar casamentos entre indivíduos nacionais e estrangeiros, com vista não só à autorização da residência em Portugal, como também à obtenção da nacionalidade portuguesa. Pelo foguetório lançado parece mesmo estarmos frente à descoberta …
A romaria maior de Portugal
Viana do Castelo, a princesa do Lima, esteve sempre presente na minha memória mesmo estando longe. Despedi-me dela para prosseguir estudos, para desempenhar a profissão que escolhi, mas o regresso ao ninho nunca foi interrompido até porque os meus pais sempre viveram em Viana. Volto sempre a ela com a sensação de nunca de lá ter saído e a ela …