Doentes de Crohn sem medicação no hospital de Viana do Castelo

A Unidade Local de Saúde do Alto Minho (ULSAM) confirmou  a falta de medicação para os doentes de Crohn seguidos no hospital de Viana do Castelo, estimando que a situação esteja resolvida “dentro de dois a três dias”.

Em resposta, por escrito a um pedido de esclarecimento enviado pela agência Lusa, a ULSAM referiu que a falta daquele medicamento ficou a dever-se “a um atraso na tramitação do processo de compra, ou seja, questões burocráticas”.

“O conselho de administração lamenta profundamente o ocorrido, nomeadamente os constrangimentos e a ansiedade que esta situação provocou, e está empenhado em envidar todos os esforços necessários para agilizar a entrega e normalizar a situação o mais rapidamente possível”, adianta.

A ULSAM não esclareceu desde quando é que os doentes de Crohn estão sem a medicação, nem o número de doentes que são seguidos no hospital de Santa Luzia, em Viana do Castelo.

Fundado a 15 de dezembro de 1855, tem como objetivo principal a defesa intransigente dos interesses e das reivindicações legítimas das populações, e do progresso económico, cultural e social da região onde se publica.

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