Vésperas de Natal de 1855. Ainda que sem sofisticadas iluminações e lojas de vende tudo o mundo literário fervilhava. Em Portugal, Camilo Castelo Branco escrevia ao ritmo do seu génio inquieto; Júlio Dinis trazia um sopro novo ao romance; João de Deus reinventava a poesia; Ramalho Ortigão afiava a crítica e esperava por Eça de Queirós. Lá fora, Dickens publicava …
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