Caros machos portugueses (e demais nacionalidades, claro), lamento ter de explicar que chegou o tempo de começarem a perder o conforto. Não é medo o que vos pedimos. É lucidez. O medo conhecemos nós, fêmeas, porque o sentimos durante milhares de anos. Desde que a humanidade se sedentarizou, fomos sendo putas ou filhas delas, depois de termos sido bruxas ou …
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