Escolhemos, desta vez, duas notícias para refletir. A primeira, mais pessimista, permite associar a crise da habitação em Portugal a potenciais crises de formação dos portugueses, condicionando o desenvolvimento do país. Aqui misturam-se o interesse público e privado, a ser tratados de forma diferente. A habitação para as famílias é do foro público como imperativo constitucional, das funções sociais do …
Acesso exclusivo a assinantes
Já é Assinante? Inicie sessão
Acesso ilimitado a conteúdos exclusivos
Navegação sem publicidade
Versão digital do jornal
Se ainda não é Assinante