De despedida!
Quando eu morrer, alguém dirá, talvez: – mais um Idoso que, a sonhar, tombou! Para o evento serviu qualquer Mês! Indiferente, o Sino badalou! Na Primavera como no Estio, o Sino soa tristes badaladas! Pode o Agosto ser o Mês mais frio… Tornar mais longas curtas Madrugadas! Quando eu morrer – e seja quando for – deite-se o Sol comigo …