18 pessoas morreram nas praias portuguesas

Dezoito pessoas morreram nas praias portuguesas entre maio e setembro, 12 delas por afogamento, informou a Autoridade Marítima Nacional, um dia após o encerramento da época balnear.

Durante a época balnear, sete pessoas morreram por afogamento em zonas marítimas não vigiadas: duas no Rio Douro, duas no Rio Minho, uma na Praia de Armação de Pera, no Algarve, uma na Lagoa de Óbidos (distrito de Leiria) e uma na Ponta do Passo, em Porto Santo (Ilha da Madeira), com estas duas últimas a ocorrerem no último mês.

A época balnear arrancou oficialmente em 01 de junho e terminou na terça-feira. Fora deste período, em maio, duas crianças morreram afogadas, na Praia de Pedrógão (distrito de Leiria), na altura sem vigilância.

Dentro da época balnear, três pessoas morreram por afogamento em praias vigiadas: a Praia de Carcavelos (distrito de Lisboa), a Praia do Titan (distrito do Porto) e a Praia Formosa, no Funchal, na Ilha da Madeira.

A Autoridade Marítima registou ainda cinco mortes por doença súbita, uma das quais na praia não vigiada de São Martinho do Porto, no distrito de Leiria.

De acordo com este balanço, morreu ainda uma pessoa por causas desconhecidas no rio Douro, na Montante Ribeira de Abade.

Fundado a 15 de dezembro de 1855, tem como objetivo principal a defesa intransigente dos interesses e das reivindicações legítimas das populações, e do progresso económico, cultural e social da região onde se publica.

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