Área Protegida de Corno de Bico vai ser reabilitada

A Câmara de Paredes de Coura abriu concurso público, pelo valor base de 431.759,60 euros, para reabilitar centro de interpretação da Área Protegida de Corno de Bico, que abriu portas ao público em 2007.

De acordo com o anúncio publicado em Diário da República (DR), consultado pela agência Lusa, o prazo de execução da empreitada é de um ano.

O prazo para apresentação de propostas termina no dia 08 de abril.

Os concorrentes são obrigados a manter as propostas durante 120 dias a contar do termo do daquela data.

O Centro de Educação e Interpretação Ambiental (CEIA) tem como principais objetivos a investigação e a divulgação dos recursos naturais Área Protegida de Corno de Bico.

A Paisagem Protegida foi criada a 20 de setembro de 1999 e estende-se por mais de dois mil hectares, abrangendo as freguesias de Castanheira, Cristelo, Parada, Vascões e Bico, sendo que 25 por cento da área é mata formada por carvalhos e outras folhosas.

O CEIA foi construído de raiz e inclui áreas destinadas à investigação e divulgação dos recursos naturais da Paisagem Protegida de Corno de Bico, designadamente ateliês, sala de exposições, auditório, laboratório e instalações sanitárias.

O projeto global de arquitetura contemplou também a recuperação e adaptação dos antigos imóveis da casa do professor e da escola primária de Chã de Lamas a dormitório e cantina, respetivamente.

Aqueles imóveis foram edificados aquando da criação da antiga colónia agrícola de Vascões, que António Salazar mandou moldar na paisagem rural de Chã de Lamas nos anos 50 do século XX, um exemplar do modernismo português.

A ex-colónia situa-se em pleno núcleo megalítico de Chã de Lamas, constituído por duas mamoas. Aqueles vestígios atestam a presença humana, na zona, desde sempre.
O conjunto habitacional vislumbra-se do miradouro de Corno de Bico, um dos pontos mais altos de Paredes de Coura, em plena Área de Paisagem Protegida.

Fundado a 15 de dezembro de 1855, tem como objetivo principal a defesa intransigente dos interesses e das reivindicações legítimas das populações, e do progresso económico, cultural e social da região onde se publica.

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