O Bloco de Esquerda do concelho de Caminha considera que a “perda em quantidade de votos não constitui uma derrota, embora à primeira vista tal possa parecer, porque derrota seria se nos sentissemos derrotados ou obrigados a deitar fora os nossos princípios, parta escolher outras mais afins das quantidades. Isso não sucdeu”.
“Todos aqueles Todos aqueles que votaram no Bloco de Esquerda fizeram-no porque partilham os nossos princípios de qualidade e não de quantidade. Pelo contrário, todos aqueles que preferiram fazer outras escolhas, fizeram-no seduzidos pelas ruelas estreitas e pelos atalhos, esquivando-se às caminhadas mais longas e demoradas, por receio do cansaço”, considera a estrtura concelhia dos bloquistas caminhenses.
Da´concluir que os “cidadãos do concelho de Caminha, apesar de todas as contrariedades, ainda assim, mantiveram-se focados, esforçados e escolheram acompanhar-nos, mantendo-se fieis à missão e à responsabilidade, assim contribuindo para a preservação da integridade do coletivo, amparando esta qualidade da permanência naquilo que se revela ser uma verdadeira e esmagadora vitória que não se mede, porque não se pode medir, que não se pesa, porque não se pode pesar, nem se conta, porque as convicções são assim: grandes, tamanhas e bem resilientes”.
No concelho de Caminha, o Bloco de Esquerda foi a força política menos votada nas autárquicas do concelho de domingo (130 votos para a Câmara Municipal e 197 para a Assembleia Municipal), não tendo conseguido eleger nenhum representante nos órgão autárquicos.