Casa mortuária

A promessa mais antiga das diversas juntas de freguesia de Subportela e depois União de freguesias de Subportela, Deocriste e Portela Susã, tomou o passo decisivo para que seja realizada. A 22 de outubro, o presidente da Câmara, Luís Nobre, marcou presença na freguesia para a cerimónia da assinatura do contrato de comodato entre a união de freguesias de Subportela, Deocriste e portela Susã e a Fábrica da Igreja da Paróquia de Subportela.

A assinatura do protocolo de comodato irá permitir a requalificação da Casa do Caseiro que irá dar lugar à futura casa mortuária da freguesia. Relembre-se que esta solução já havia sido proposta ainda Subportela não estava agregada a Deocriste e a Portela Susã, mesmo no mandato anterior, esta solução também havia sido levantada, mas devido a diversos desencontros, só agora parece ser possível, que a casa que ninguém quererá frequentar seja finalmente construída dando condições a que as famílias tenham outras condições para se despedirem dos seus entes queridos.

Esta visita ficou igualmente marcada pela bênção de duas carrinhas, cuja aquisição contou com o apoio da Câmara Municipal e ficarão agora ao serviço das comunidades locais através das suas associações.

De acordo com Luís Nobre, quer a assinatura do contrato quer a aquisição das viaturas são “um bom exemplo do que se pode fazer quando se quebram os muros entre as freguesias para o bem da comunidade”. 

O autarca salientou ainda que “cada vez mais os recursos são menores e que as ambições são grandes e, embora seja necessária ambição para avançar, também é bom relembrar que temos que contribuir para a sustentabilidade, que é também ela limitada”.

Por isso, para Luís Nobre, a refuncionalização do espaço existente de forma a ser colocado ao serviço da comunidade é um excelente exercício e deve ser um “desafio”, permitindo “consolidar o trabalho para encontrar as melhores soluções”.

Assim estas palavras sejam aplicadas a outras ações.  

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