Exposição “Próxima Estação” encerra sábado com lançamento de catálogo e perfomance

Sábado (13 de setembro), 16h00, Convento de S. Payo

A Fundação Bienal de Arte de Cerveira, F.P. (FBAC) encerra no próximo sábado, às 16h00, no Convento de San Payo, a exposição “Próxima Estação” que desde a sua inauguração em junho apresenta ao público mais de 40 obras de 30 jovens finalistas de cursos de licenciatura e mestrado de instituições de ensino superior artístico.
Para assinalar este momento será realizado o lançamento oficial do catálogo da mostra e apresentada a performance “Blue Box”, da autoria do coletivo Ballet Betão.
A entrada é livre.
Promovida pela FBAC em parceria com a Fundação Escultor José Rodrigues (FEJR), a exposição “Próxima Estação” tem como objetivo valorizar e dar visibilidade a jovens criadores, finalistas de cursos de licenciatura e mestrado em artes, selecionados através de open call.
Com curadoria de Mafalda Santos, Diretora Artística da FBAC, e de Ágata Rodrigues, coordenadora-geral da FEJR, a mostra reúne propostas transdisciplinares que refletem sobre fronteiras geográficas, sociais e tecnológicas, simbolizando o duplo movimento entre a conclusão de um ciclo académico e o início de uma trajetória artística.
Inspirada no fenómeno do phreaking e no uso das primeiras “blue boxes” — dispositivos que manipulavam sistemas telefónicos analógicos através de frequências sonoras —, a performance “Blue Box” irá propor uma viagem entre realidades, explorando conceitos de transporte livre, comunicação e parasitismo informativo. Num registo eletroacústico, a iniciativa vai apresentar dois performers que habitam uma linha telefónica, comunicando entre si através de ruído, feedback e loop, numa experiência sensorial que se assume como reflexão sobre linguagem, diálogo e processos de criação sonora.
De referir que o projeto integra a candidatura “Territórios sem fronteira”, distinguida em primeiro lugar a nível nacional no Apoio Sustentado – Artes Visuais 2025-2026, atribuído pelaDireção-Geral das Artes. A FBAC reforça, assim, a sua missão de apoiar artistas emergentes, dinamizando o diálogo entre instituições, territórios e públicos.

Fundado a 15 de dezembro de 1855, tem como objetivo principal a defesa intransigente dos interesses e das reivindicações legítimas das populações, e do progresso económico, cultural e social da região onde se publica.

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