Há anos que venho a escrever sobre um rodondendro que, apresentando-se do que resta dele num estado de visível degradação em modo esquelético, ainda nesse resto de vida corre seiva para criar (lindas) flores. Conheci-o com alguns metros de altura de ramos frondosos, debaixo de uma japoneira majestosa e viçosa como se filho dela fosse. Povoava-se de flores a anunciar …