Réplica de barco de Vilar de Mouros está exposto nos Paços de Concelho de Caminha

A IV Feira do Livro Luso Galaica da Ribeira Minho, realizada em agosto de 2024, em Caminha, foi o ponto de partida para um desafio: a construção de uma réplica do tradicional Barco de Vilar de Mouros, a embarcação que navegou no rio Coura durante muitos anos, mas que acabou por desaparecer das águas, mas não da memória dos vilarmourenses.

Em 2024, a Câmara Municipal de Caminha aceitou o desafio e envolveu os seus trabalhadores nesta tarefa, que permitiu recuperar património e honrar a história da Freguesia de Vilar de Mouros e do concelho.

O processo que foi sempre acompanhado pelo Grupo de Estudo e Preservação do Património Vilarmourense – GEPPAV.

A construção foi possível graças à investigação de Otávio Lixa Filgueiras, considerado o maior especialista de embarcações tradicionais portuguesas. O professor Arquiteto Octávio Lixa Filgueiras esteve em Vilar de Mouros há muitos anos, onde ainda encontrou algumas embarcações, que identificou, e das quais deixou os planos que permitiram, agora, reconstruir o Barco de Vilar de Mouros, descrito como um pequeno barco de fundo chato, de proa e popa afiadas, que na freguesia era conhecido também por bateira.

Fundado a 15 de dezembro de 1855, tem como objetivo principal a defesa intransigente dos interesses e das reivindicações legítimas das populações, e do progresso económico, cultural e social da região onde se publica.

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