AD partilha das preocupações dos produtores agrícolas face à falta de políticas dos últimos anos do governo socialista

A preocupação com o mundo rural nomeadamente com os agricultores, criadores de gado e produtores não é uma medida meramente eleitoralista para a Aliança Democrtática.

A valorização deste setor sempre esteve na base das prioridades dos partidos desta coligação e nesta campanha não é exceção.

Com o auditório da Porta do Mezio, em Arcos de Valdevez, cheio de produtores ligados ao mundo agrícola, as candidatas da AD presentes ouviram as preocupações e desabafos de quem vê o trabalho de uma vida colocado em causa por medidas de um governo socialista incapaz de olhar para este setor como prioritário para o país.

Para a Aliança Democrática o desinvestimento do governo socialista aumentou as fragilidades deste setor e considera-se fundamental garantir uma agricultura moderna, competitiva e sustentável definindo-se para isso quatro objetivos estratégicos: mais conhecimento, mais organização, mais cooperação e mais capacitação numa abordagem TERRA, focada em cinco eixos – território, estruturas, recursos, rendimentos e alimentação.

A Floresta também não tem estado nas prioridades e trata-se de um setor estrutural para a coesão territorial e social, para a paisagem e para o clima do nosso País. Um setor com fileiras em que Portugal é líder mundial, representando cerca de 11% das exportações nacionais. 

Fundado a 15 de dezembro de 1855, tem como objetivo principal a defesa intransigente dos interesses e das reivindicações legítimas das populações, e do progresso económico, cultural e social da região onde se publica.

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