O seu lema era dar-se bem com todos. Por vezes tinha um discurso forte, particularmente quando queria vincar bem a sua posição, no entanto não sabia cultivar ódios, nem aceitava perder amigos. Poucos o saberão, mas preocupava-se em acudir a algumas situações na prática do bem. Sempre que convidado, nunca recusava fazer uso dos seus conhecimentos, para minimizar males ou …
António Amaral (1947/2025): Lembrá-lo-emos como um fazedor de pontes
