Quais as razões que o levam a candidatar-se à União de Freguesias?
Candidato-me ao cargo de presidente da União de Freguesias por duas grandes razões que, não sendo obviamente as mesmas, são complementares entre elas. Desde logo, por assumido imperativo de consciência, assente no livre exercício dos especiais direitos – e deveres – de cidadania de que todo o cidadão goza. E depois por perceber que reúno, em conjunto com a minha excecional equipa, todas as condições necessárias à afirmação de Viana do Castelo e da Meadela no contexto intra e intermunicipal, restituindo-lhes a escala perdida nos últimos anos, e recolocando-nos, enquanto líderes, num patamar condizente com as nossas ímpares potencialidades materiais, naturais e, sobretudo, humanas.
Quais as principais prioridades para o mandato, se for eleito?
Esta é uma união de três freguesias que mantêm – e bem! – identidades históricas, demográficas e territoriais distintas e bem definidas. Há, por essa razão, um largo espectro de dificuldades, necessidades ou potencialidades sensíveis às especificidades de cada território, mas que merecem equitativa análise, justo tratamento e eficaz intervenção.
A título de exemplo, destaco a proposta de criação, em cada lugar das nossas freguesias, da figura de “Provedor” comunitário, que terá como missão a identificação e posterior comunicação de quaisquer problemas que detecte na sua área de influência. Destaco ainda a criação de um balcão de atendimento permanente ao munícipe, assim como a de uma plataforma Online que permita um contacto directo e imediato com a Junta, facilitando o diálogo, simplificando procedimentos e agilizando soluções. Ou ainda a promoção de uma “cimeira” que reúna anualmente, em assembleia, todas as associações do território[…]. Mas há três prioridades que o são mais do que quaisquer outras: a premente revitalização demográfica, cultural e económica no nosso Centro Histórico – em estreita articulação com a Câmara, os comerciantes e a Associação Empresarial -, a restituição da relevância, da influência e da autonomia da Meadela, drasticamente diminuídas em consequência do falhado processo de agregação de freguesias; e a recuperação da vitalidade da nossa Ribeira, vítima de uma conformação que não se compreende, de um esquecimento que se estranha, e de uma inação que não se aceita.
