A coligação PSD/CDS entregou no Tribunal as listas para as legislativas em Viana do Castelo, tendo estado presente s, entre outros, o cabeça de lista, Aguiar-Branco, e o nº 2, João Manuel Esteves, atual presidente da Câmara de Valdevez, bem como o seu homólogo de Ponte de Lima, Vasco Ferraz.
Questionado, no final, sobre as perspetivas eleitorais (há um ano, o PSD perdeu um representante pelo distrito), Aguiar-Branco mostrou que parte para o ato eleitoral com muita confiança e ainda mais nos eleitores. Nessa perspetiva, considera que o objetivo é eleger mais um deputado em relação a 2024.
Deixando para mais tarde a apresentação do programa eleitoral pelo distrito, observou a necessidade da estabilidade e, ainda mais, quando a situação no mundo se apresenta muito instável. Aguiar-Branco enfatizou mesmo a necessidade de uma estabilidade durante os quatro anos de uma legislatura completa e que permita à coligação aplicar as políticas que propõem para resolver os problemas que o país vive. Nesse aspeto vincou áreas como a da Educação e da Saúde como as que mais preocupam os portugueses.
Já quando questionado sobre o seu trabalho no último ano, enquanto eleito pelo Alto Minho, Aguiar-Branco argumentou que esteve muitas vezes nesta região na qualidade de presidente da Assembleia da República. Por isso, os eleitores se deverão sentir representados ao mais alto nível neste órgão parlamentar. “A lista não era só de eu próprio, tinha outros elementos da AD que desempenaram funções em benefício do Alto Minho”, lembrou ainda.
Referindo que a legislatura completa falhou porque não foi aprovada a moção de confiança que op Governo apresentou, deixando também algumas reservas quanto à sua participação em debates eleitorais. “A minha intervenção tem de estar em linha com a de presidente da Assembleia da República. A situação obriga-me a alguns condicionamentos. A uma campanha adequada em relação ao equilíbrio com o o facto de ser candidato”.
