Há sinais de um tempo em que a vida se deixava orientar por recomendações que não eram meros conselhos, mas apelos éticos inscritos na própria tessitura da existência. Minho e Galiza surgiam então como um só corpo simbólico: comunhão de fala e de silêncio, de paisagem e de pertença, onde a proximidade não era apenas geográfica, mas ontológica. As raízes, …
Acesso exclusivo a assinantes
Já é Assinante? Inicie sessão
Acesso ilimitado a conteúdos exclusivos
Navegação sem publicidade
Versão digital do jornal
Se ainda não é Assinante