Garrafas, taças, jarras, copos. De pouco mais necessitava Morandi para os seus profundíssimos estudos de estética, os seus extraordinários, os seus inigualáveis quadros representando Naturezas-Mortas e, esporadicamente, Paisagens solitárias, compostas através da utilização de figuras geométricas, que eram o mais depuradas possível. “Nada é mais abstracto do que o mundo visual”, dizia Giorgio Morandi. Toda a sua vida se pautou …
Acesso exclusivo a assinantes
Já é Assinante? Inicie sessão
Acesso ilimitado a conteúdos exclusivos
Navegação sem publicidade
Versão digital do jornal
Se ainda não é Assinante