Jantar à luz indireta, num dos restaurantes da terra que nos viu nascer, conduziu-nos, quase inevitavelmente, à Alegoria da Caverna, de Platão. Talvez porque toda a sombra, quando interrogada, nos remeta para a eterna tensão entre aparência e realidade, entre aquilo que os sentidos apreendem e aquilo que a razão procura compreender. Na alegoria platónica, o ser humano encontra-se inicialmente …
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