Mestre António Chainho e Marta Dias no Teatro Diogo Bernardes

Mestre António Chainho, aquele que é considerado o melhor músico da guitarra portuguesa em todo o mundo, sobe ao palco do Teatro Diogo Bernardes, em Ponte de Lima, esta sexta-feira, 12 de abril, às 22h, acompanhado por Marta Dias na Voz, Tiago Oliveira na Viola de Fado e Leo Espinosa no Baixo Acústico.

A história de António Chainho e Marta Dias vem de 1998. Desde então, os dois encontraram-se em inúmeras ocasiões. Muitas vezes, em palco, outras vezes, em estúdio, quando, por exemplo, gravaram o tema “Fadinho Simples” para o álbum ” A Guitarra e outras Mulheres”. Cinco anos depois acertaram-se, mais uma vez, desta feita, para o concerto com temas originais de António Chainho aos quais Marta Dias deu a voz e que originou o álbum “Ao Vivo no CCB” e o DVD “António Chainho e Marta Dias – Ao Vivo no CCB”.

 

António Chainho: guitarra em Português.

Se a guitarra portuguesa é um símbolo de um país, Mestre António Chainho é hoje o seu mais notável embaixador. Os mais de 50 anos de carreira de Mestre António Chainho interpretam e traduzem as múltiplas emoções deste instrumento único no mundo e o talento inigualável de um dos “50 músicos mais influentes da World Music”, segundo a revista internacional Songlines. Artista completo, guitarrista e compositor profícuo, Mestre António Chainho é o exemplo vivo de como o talento, a perseverança e a solidariedade – em forma de cumplicidade – moldam a vida de um homem e com ele a história da música popular.

 

Marta Dias – fado, timbre mestiço e jeito jazzy

Marta Dias, portuguesa que herda de Goa e de pai são-tomense, desde sempre se definiu por múltiplos. O seu historial prospectivo identifica-se por diversidades postas em jogo: elementos urbanos, contemporâneos e telúricos, saberes e sabedorias, intuições bem pensadas, sensualidade em equilíbrio com contenção, e intersecções musicais e humanas. Foram plurais os caminhos percorridos pela cantora desde YUE, o álbum de estreia em 1997. O single “Gritar” tornou-se referenciável entre percursos então encetados na música portuguesa. Ao segundo disco encontrava-se AQUI (1999), mas já projectava pontes improváveis de “Ossobó” a “Quase Fado”. E foi com o fado que Marta Dias correu mais mundo, cedendo-lhe o timbre mestiço e o jeito jazzy que guardou da escola do Hot Club de Portugal.

Bilhetes à venda (6,00€) e mais informações no Teatro Diogo Bernardes, pelo telefone 258 900 414 ou pelo email [email protected].

Item adicionado ao carrinho.
1 item - 100.00

Ainda não é assinante?

Ao tornar-se assinante está a fortalecer a imprensa regional, garantindo a sua
independência.