Para Rouault, a Vida era como uma peregrinação cheia de incidentes, altos e baixos, alguns melodramáticos, a maior parte deles trágicos e paradoxais. O Homem, para Rouault, estava no centro de tudo, como filho que se havia tornado do Criador pela Redenção dos seus pecados e, portanto, pela Salvação que lhe havia sido trazida por Jesus Cristo e transitava entre …
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