A memória é a morada silenciosa onde continuamos a encontrar aqueles que o tempo levou, mas que a palavra não deixou morrer. Vergílio Amaral (1894–1952), professor, artista e poeta arcuense, habita esse território íntimo onde a saudade se transforma em diálogo, como se cada visita aos cemitérios das freguesias do Alto Minho fosse, afinal, um reencontro e não uma despedida. …
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