Há guerras, quase todas, que começam do nada. E, no entanto, acabam por parecer inevitáveis. Interesses absurdos de quem as deseja. No bairro de ‘Gaza’, nome talvez excessivo para uma rua onde mal passam dois carros, existem duas mercearias. Daquelas que vendem tudo: do pão ao detergente, do vinho barato às ilusões de proximidade. São o centro económico e, mais …
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