Somos feitos das memórias que guardamos. Memórias pessoais, familiares, comunitárias e históricas. Algumas perdem-se no tempo porque simplesmente as deixamos penduradas lá atrás ou porque outras memórias parecem querer sobrepor-se a elas. E assim, corre-se o risco de as remeter ao esquecimento, deixando uma brecha, um vazio, no fio de contas do tempo onde os legados habitam. Daí, ser importante ir ao …
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