As pregas da urze, ocultas no caminho Não são fronteiras. O seu nome é brisa… Onde escrevi “Galiza”, leiam “Minho”. Onde “Minho escrevi, leiam “Galiza”. Estes versos, datados de 1954, do poeta de “Havemos de ir a Viana”, escritos em homenagem à maior poetisa galega, exprimem bem a identidade cultural da Galiza e do Norte de Portugal, que justificaram a …
Acesso exclusivo a assinantes
Já é Assinante? Inicie sessão
Acesso ilimitado a conteúdos exclusivos
Navegação sem publicidade
Versão digital do jornal
Se ainda não é Assinante