Inserido no âmbito da XXIV Bienal Internacional de Arte de Cerveira, Marco Godinho fez nascer os novos equipamentos desportivos do Clube Desportivo de Cerveira.
De acordo com as palavras do artista, a camisola principal nasce da vontade “de criar uma identidade visual forte, profundamente enraizada no território”, tendo como elemento central os galhos do cervo, símbolo emblemático de Vila Nova de Cerveira. A composição gráfica, invoca, ao meu tempo, ideais de natureza, do Rio Minho e a dinâmica coletiva do jogo, traduzindo valores como a renovação, a resiliência e a superação.
No que à camisola alterantiva diz respeito, o artista propôs uma leitura da identidade cerveirense a partir do traçado do Rio Minho.
A parceria entre a Fundação Bienal de Arte de Cerveira (FBAC) e o CDC estendeu-se igualmente ao Estádio Rafael Pedreira, onde o artista brasileiro selecionado no concurso internacional Manoel Quitério realizou a intervenção mural participativa “BABA EGUN” (2026). A obra contou com a participação de elementos do Programa Municipal “Jovem Ativo”, promovido pelo Município de Vila Nova de Cerveira, reforçando a dimensão comunitária do evento e a aproximação da arte contemporânea ao espaço público.
Em declarações ao público, o Presidente da Fundação Bienal de Arte de Cerveira e da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira, Rui Teixeira afirmou que “esta colaboração demonstra como a arte contemporânea pode ultrapassar os espaços expositivos e integrar-se na vida da comunidade. Através desta parceria com o Clube Desportivo de Cerveira, a Bienal reforça a sua missão de aproximar a criação artística das pessoas, promovendo o diálogo entre cultura, território e desporto.”
