A Águas do Alto Minho, que integra o grupo Águas de Portugal, também está a ser afetada pelo ciberataque sofrido pelo grupo Águas de Portugal. A informação foi avançada pela Rádio Renascença e confirmada pela Águas de Portugal. A situação foi detetada na sexta-feira e ainda hoje se mantém os constrangimentos.
Na Águas do Alto Minho, o ataque provocou constrangimentos nos canais digitais de atendimento, com o serviço a estar temporariamente indisponíveis, nomeadamente os contactos por email e o site. Fonte da empresa aconselha os clientes a utilizar o contacto telefónico (258 806 900), a aplicação MyAqua, o balcão digital AdAMnet ou dirigir-se presencialmente a uma das oito lojas de atendimento.
Segundo a informação apurada pela Renascença, o ataque informático afetou várias empresas do grupo Águas de Portugal, originando limitações temporárias em alguns processos administrativos e nos canais de contacto com clientes e parceiros.
Fonte da Águas de Portugal diz que está nesta altura a tentar recuperar alguns serviços e garante que não está em causa nem o saneamento, nem a qualidade nem o abastecimento de água.
Apesar da situação, a Águas de Portugal garante que o abastecimento de água, a qualidade da água distribuída e os serviços de saneamento continuam a funcionar normalmente em todas as empresas do grupo, não tendo sido comprometidos pelos sistemas afetados.
A empresa refere ainda que acionou de imediato os procedimentos de resposta ao incidente, envolvendo entidades como a Polícia Judiciária e o Centro Nacional de Cibersegurança. Estão em curso trabalhos de recuperação e reposição gradual dos sistemas informáticos, mantendo-se medidas de prevenção para assegurar a continuidade dos serviços. De acordo com a Renascença, em várias empresas do grupo os trabalhadores foram mesmo impedidos de ligar os computadores como medida de precaução.
A Polícia Judiciária confirmou à Rádio Renascença que está a investigar o ataque informático.
