O autarca socialista foi reeleito para um novo mandato. Nas autárquicas de 2025 conquistou maioria absoluta e no discurso da vitória falou da “gratidão” e de “momentos difíceis vividos na campanha eleitoral”.
“Sinto-me feliz e aliviado porque os últimos meses foram difíceis. Esta é uma vitória da liberdade, da proximidade, do humanismo e do compromisso”, disse aos jornalistas na sede de campanha do partido, instalada na rua Manuel Espregueira e Oliveira.
Com 42,76% dos votos, o Partido Socialista mantém os cinco vereadores.
A coligação do PSD e CDS/PP não foi além dos 28,02%, conseguindo eleger três vereadores. O Chega tem, pela primeira vez, a representação no executivo municipal, com Eduardo Teixeira a assumir o lugar de vereador, obtendo 14,98% da votação. Em sentido inverso, a CDU perdeu o vereador que tinha, ficando-se pelos 4,23%.
Luís Nobre criticou os ataques pessoais que sofreu durante a campanha eleitoral. “Esta não foi uma campanha de liberdade. Foi uma campanha de ruído, de ataque ao carácter e à personalidade, tentando demonstrar o que eu não sou. Sou uma pessoa próxima, simples, humana, que procura sempre as melhores soluções para os concidadãos”.
