Numa tarde soalheira, desta Primavera já prestes a ser anunciada, caminhava pela Rua Miguel Bombarda, no Porto, embrenhada em pensamentos dirigidos para as tarefas para as quais fui incumbida, sem, contudo, deixar de observar o que me rodeava. Deparei repentinamente com uma pintura urbana muito expressiva, vestindo uma grande parede de um prédio antigo. A beleza da imagem, em tamanho gigantesco, …
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