Viana do Castelo foi a primeira Diocese do país a receber D. Américo Aguiar, bispo auxiliar de Lisboa e coordenador-geral da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) para a área logística, e o Pe. Filipe Diniz, diretor do Departamento Nacional da Pastoral Juvenil e responsável do Comité Organizador Local (COL), para o encontro com o Comité Organizador Diocesano (COD), formado para colaborar na preparação da JMJ, que decorrerá em 2023, em Lisboa.
Na sua intervenção, D. Américo Aguiar destacou que esta foi a primeira diocese em que
estão presentes para arrancar a JMJ nesta relação COL/COD. Os COD’s, que estão a ser
criados em todas as dioceses, “serão interlocutores de primeira escala numa ajuda mútua”
de preparação da JMJ com dois trabalhos, um mais focado para dentro da diocese no
sentido de revitalizar a pastoral juvenil e outra vertente “para fora” com destaque para o
acolhimento dos símbolos da JMJ (cruz e ícone) na diocese e o acolhimento de jovens
estrangeiros nos dias nas dioceses antes da JMJ.
O coordenador-geral da JMJ apelou ainda à coresponsabilidade de todas as Dioceses
nesta organização, num trabalho “com todos e para todos” para provar que “são capazes de fazer em conjunto”. Já o Pe. Filipe Diniz deu ênfase à colaboração que será necessária nas várias áreas que constituem o COL, nomeadamente, na preparação da pré-jornada com os jovens que vêm mais cedo para conhecer o país e que se pretende que vivam uma semana missionária. O responsável do COL sublinhou ainda que “é importante que os jovens de Viana do Castelo façam a experiência da pré-jornada” para depois viver na plenitude a JMJ. “Estamos a falar de um evento que se equipara à organização dos Jogos Olímpicos”.
No final, D. Américo Aguiar salientou que a JMJ é “uma oportunidade de revitalizar tudo aquilo que se pode encontrar na Pastoral Juvenil”, apontando que mais importante do que a semana do evento é a sua preparação. “Vamos ser convidados a revitalizar os nossos grupos de jovens e de catequese. A chamar jovens que, porventura, não estão empenhados na pastoral ordinária, paróquias e comunidades. E, por isso, este convite e confiança que o Papa delega em Portugal, de um modo especial, a Diocese de Lisboa, é também uma grande responsabilidade. Estamos a falar de um evento que se equipara à organização dos Jogos Olímpicos. No final, vamos ter também o retorno do que significa termos novos embaixadores da marca Portugal”, disse, considerando: “os jovens, com toda a certeza, vão ter uma experiência positiva da vivência que vão ter em todo o território nacional e depois, poderão voltar com vários amigos para virem testemunhar o quanto foi bom terem tido essa experiência com os portugueses na JMJ.”
