Nas nossas deambulações esporádicas por Terras de Valdevez – esses instantes suspensos onde o tempo parece oscilar entre a contemplação e a inquietação –, mesmo quando não atravessamos um dos períodos mais férteis em ação prática ou superação da intersubjetividade físico-cognitiva, há sempre um gesto que nos ancora: o ato de olhar. E, nesse olhar mediado pela máquina fotográfica, encontramos …
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